um amor que eu não odeio amar...
De repente ela se deu conta que não era dele que sentia falta.
E estranhamente isso doeu mais do que todas as coisas do mundo.
Lembrar das horas perfeitas e estranhar profundamente não as achar mais tão perfeitas. Lembrar dos abraços, dos beijos, das palavras proferidas até mesmo para o vento, das mãos, pernas e até dos all star azul escuro, da música e de tudo aquilo que julgava ter esquecido. Pensar que talvez só tenha se sentido completa por estar vazia.
A mente descrente não se lembrava de suas palavras invertebradas.
Profundamente sedento de amor sugou-a em dois segundos.
Não podia dizer não áquela alma, de tantas outras vidas conhecidas.
Ele soltava aquelas palavras no ar como pingos de chuva.
Não conseguia desviar, alguma sempre acabava a acertando.
E ela se fez crente por um amor inexistente.
Se disse apaixonada sem sair de baixo da própria saia.
Aceitou as juras falsas de amor,
ouvindo os planos em silêncio, concordando num absurdo grau de insanidade.
Ele falava. Ela suspirava,
mas mal sabia onde estava.
Perdida no fundo de si, ela se deixou levar.
Ansiava por novas aventuras, uns socos no cérebro, emoção.
Era bom, pra variar.
Se entregou à juras que não aconteceram;
fingiu um soluço de um choro que nem começou;
suspirou um ar que não faltou;
gemeu por um arranhão que não doeu;
chorou por uma lembrança que já morreu.
O amava com um amor sem presente.
Morria de ciúme, mas não entendia.
Agora a saudade corrói a alma mal consumida naquela noite de chuva mal dormida.
Mate quem esqueceu de me avisar que pode fazer muita falta um amor que não precisamos amar.
E estranhamente isso doeu mais do que todas as coisas do mundo.
Lembrar das horas perfeitas e estranhar profundamente não as achar mais tão perfeitas. Lembrar dos abraços, dos beijos, das palavras proferidas até mesmo para o vento, das mãos, pernas e até dos all star azul escuro, da música e de tudo aquilo que julgava ter esquecido. Pensar que talvez só tenha se sentido completa por estar vazia.
A mente descrente não se lembrava de suas palavras invertebradas.
Profundamente sedento de amor sugou-a em dois segundos.
Não podia dizer não áquela alma, de tantas outras vidas conhecidas.
Ele soltava aquelas palavras no ar como pingos de chuva.
Não conseguia desviar, alguma sempre acabava a acertando.
E ela se fez crente por um amor inexistente.
Se disse apaixonada sem sair de baixo da própria saia.
Aceitou as juras falsas de amor,
ouvindo os planos em silêncio, concordando num absurdo grau de insanidade.
Ele falava. Ela suspirava,
mas mal sabia onde estava.
Perdida no fundo de si, ela se deixou levar.
Ansiava por novas aventuras, uns socos no cérebro, emoção.
Era bom, pra variar.
Se entregou à juras que não aconteceram;
fingiu um soluço de um choro que nem começou;
suspirou um ar que não faltou;
gemeu por um arranhão que não doeu;
chorou por uma lembrança que já morreu.
O amava com um amor sem presente.
Morria de ciúme, mas não entendia.
Agora a saudade corrói a alma mal consumida naquela noite de chuva mal dormida.
Mate quem esqueceu de me avisar que pode fazer muita falta um amor que não precisamos amar.


7 Comments:
coincidência!
eu já fiz um texto parecido com esse :}
não lembro onde eu enfiei, buuut :B
ehoahehoaheihoahiehoahiehoahiehoa;
ooihn, pais são assim mesmo :P
eles também falam isso pra mim ^^
mwhehe...
- o pintinho não tinha cú, foi peidar e explodiiiiu!
HAHAHAHA!
:B
amo-te ;*
como sempre, lindo né querida?
to sofrendo de falta de palavras no momento, perdoe-me.. depois comento de novo
eu sei que é para mim, pequena.
tive que dar uma de detetive para achar o seu blog, e li todos os seus textos, desde o primeiro. Sou seu fã. Mais que demais. Não se esquece que será minha madrinha, musa da música shes only happy with me...
vc sabe quem é..
bom...
isso quer dizer que sou uma boa lembrança ou não, dona bárbara?
well you finally made me cry you b**** but I still love you don´t I my darling I need a tigh hug to save myself
I keep falling down and I broke my heart again..
I don´t wann afall in love anymore.
=/
I´m so depressing, I´m pathetic
please love me.
você é como a minha poesia muda bárbara.meu soneto. e eu sei recita-la, sem ao menos nunca ter lido a sua poesia.e eu estou disposto a passar o resto desse ano empenhado na tarefa de declama-la.
não estou bravo por você ter escrito esse texto para um outro alguém. Porque nele você deixou explícito que ele é só uma lembrança. e eu sou o seu presente. e isso me basta.
desculpa a minha infinita estupidez. como eu posso acusa-la de não se abrir comigo se eu mesmo não o faço?
ain ki lindo uq u rodrigo escreveu..
fofo demais..;*
ohhhhhhhhh.
lindo seu texto tbm..
EU VOU VOAR EMM VCCCCCCCC...
ah i tnho DITO...;*
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